Ela acreditava em muitas coisas, mas acho que acima disso poderiamos dizer que ela acreditava nas pessoas. Mais ainda nas pessoas que amava. Descobriu com o tempo que precisava viver um dia de cada vez, mas sempre vivera intensamente.
Lilla gostava de estar, só estar. Ela gostava de ter, por ter, mas não se engane. Ela gostava de ter gente, de ter sentimentos, de ter sonhos, de ter momentos, de ter sorrisos, de ter olhares. Gostava de ter vontade, de ter desejo, de ter amor. Por ter, por que ter lhe fugia do comum. Não do comum das pessoas, do seu comum.
Uma das coisas mais intrigantes que aprendi sobre ela foi que ela gostava de ler. Só que ela não bem lia, ela vivia, e isso a tornava diferente. Uma vez pedi que lesse uma história para mim, eu só precisava ouvi-la, mas quando olhei em seus olhos percebi que ali existia aquele mundo de verdade e aquilo foi encantador.
Em algum momento de sua vida, Lilla descobriu que podia ter também seus sonhos na sua realidade e, a partir daí, deixou que sua vida representasse o que sentia, o que vivia e o que desejava.
Lilla gostava de estar, só estar. Ela gostava de ter, por ter, mas não se engane. Ela gostava de ter gente, de ter sentimentos, de ter sonhos, de ter momentos, de ter sorrisos, de ter olhares. Gostava de ter vontade, de ter desejo, de ter amor. Por ter, por que ter lhe fugia do comum. Não do comum das pessoas, do seu comum.
Uma das coisas mais intrigantes que aprendi sobre ela foi que ela gostava de ler. Só que ela não bem lia, ela vivia, e isso a tornava diferente. Uma vez pedi que lesse uma história para mim, eu só precisava ouvi-la, mas quando olhei em seus olhos percebi que ali existia aquele mundo de verdade e aquilo foi encantador.
Em algum momento de sua vida, Lilla descobriu que podia ter também seus sonhos na sua realidade e, a partir daí, deixou que sua vida representasse o que sentia, o que vivia e o que desejava.